Ótimo sushi de aeroporto no Pappadeaux Seafood Kitchen

Mais uma review internacional!

Para quem acompanha de perto meu blog deve ter lido a minha péssima experiência no Origami Sushi no aeroporto de Newark. Confesso que fiquei um pouco traumatizado, claro, sem motivos, pois com a logística certa dá pra ter sushi bom em qualquer lugar do mundo. Inclusive, sobre o Origami Sushi, o colaborador do Gourmet San, Will visitou o mesmo local que eu e teve uma experiência bem boa.

Assim sendo, como a paixão do sushi vai além de pequenas pedras no caminho, tive a oportunidade de comer novamente um sushi em aeroporto, nessa vez em Houston, TX, o restaurante, nada japonês: Pappadeux Seafood Kitchen!

Pappadeux Seafood Kitchen é um restaurante de frutos do mar tipicamente americano, lembra um pouco o Red Lobster até, no cardápio você encontrará excelentes pratos com salmão, lagosta, vieiras, camarões, etc etc, acho que deu pra entender. Confesso que entrei no Pappadeux pensando em qualquer coisa, menos sushi.

Porém…não tem jeito, quem é aficcionado por sushi assim que vê no cardápio algo escrito com “maki” ou “sushi” já começa a se coçar inteiro para pedir. Tentei lutar contra, pensei em várias opções diferentes do cardápio e consegui, pedi ostras:

Os Estados Unidos são incrivelmente bem abastados por ostras e é comum você encontrar em restaurantes diversos tipos de ostras ofertados, por exemplo, ostra do Pacífico, ostra do Golfo do México, ostra não sei o que… Enfim, pedi meia dúzia de uma dessas ostras enquanto resolvia o que mais ia pedir.

As ostras estavam excelentes, muito boas mesmo, fresquinhas, refrescantes e com um tamanho bom. Assumo que acabei comendo só com limão depois de experimentar os 3 diferentes temperos que acompanham. Americano precisa aprender ainda a temperar ostras pois nenhum deles combinava muito bem, aliás, um deles parecia chimichurri, nossa nada a ver, limãozinho salvou. Vejam abaixo que a apresentação foi boa, num prato cheio de gelo!

A partir desse momento, eu já tinha feito minha escolha para o jantar. O Pappadeaux tinha 3 inusitadas opções de sushi, 3 enrolados maki! Escolhi 2:

O primeiro foi um lobster roll, ou seja, um enrolado de lagosta!

Estava suculento, delicioso e bem grande, dá uma olhada no tamanho dos sushis! Isso é bem clássico dos americanos e eu particularmente gosto! Um ponto a melhorar, sem dúvida é o recipiente que veio o shoyu, totalmente desproporcional, quase uma bacia. Além disso eu pedi o sushi de lagosta pois é algo que você jamais encontraria em São Paulo.

O segundo enrolado eu não tinha como resistir, um urabiten com camarão jumbo!

Obviamente outro enrolado bem grande e farto, delicioso. Esse molho em cima é uma maionese apimentado, muito boa, mas um pouco too much. E outra vez um recipiente gigantesco para shoyu. Como vocês podem ver o sushi também estava envolto por uma casquinha que na verdade é um tipo de pimenta em pó.

Bom, depois dessa excelente refeição eu estava pronto para embarcar! Esse jantar com bebida e serviço saiu uns 40 dólares, um pouco carinho mas bem completo.

Gostei bastante do Pappadeaux Seafood Kitchen e assumo que ficou uma vontade de experimentar os outros pratos do cardápio!

E vocês já comeram no Pappadeaux? Curtiram?

Abraços

Gourmet San

Murasaki – Orange County, LA

Eae pessoal tudo bom?

Após um período de reviews não muito constantes aqui no blog, me reorganizei e vocês voltarão a ter mais reviews!! Inclusive com uma novidade em breve!!

Eu e o Will tivemos a oportunidade de viajar a trabalho para Los Angeles e sempre que viajamos nós somos do tipo de pessoas que só pensa em conhecer novos e bons lugares para comer algo que não comemos em São Paulo.

Uma dica sobre Los Angeles, tudo é LONGE, e quando digo longe, é longe mesmo. Los Angeles em si é bem espalhada e os diversos counties ficam separados por highways (estradas de 6 faixas pelo menos). Dando um exemplo melhor, é como se para ir do Bairro de Pinheiros para a Vila Olímpia você precisasse pegar a Marginal Pinheiros e andar a uns 100 km/h por uns 20 min, o que na realidade te faria chegar pelo menos na Represa Guarapiranga.

Enfim com esse exemplo de distância angelina, eu e o Will tínhamos mapeado diversos restaurantes para ir antes da viagem, porém quando nos demos conta das distâncias entre os bairros, tivemos de desistir de vários. Mas não de todos!

Nossa escolha foi visitar o Murasaki, 2901 W MacArthur Blvd #108, Santa Ana, CA, Tel:+1 714-241-1000. Logo que entramos, nada demais, um típico restaurante japonês dos EUA. Pedimos balcão mas todos livres estavam reservados! Bom sinal, pelo menos o restaurante tem um público fiel. Sentamos na mesa e perguntamos se serviam o omakase ali também, resposta positiva, sem problema =).

Assim que sentamos o Will, que estudou japonês, disse: “já sei por que Murasaki! Murasaki é roxo/violeta em japonês”. Aí olhamos pros guardanapos, forro das cadeiras e cortinas, tudo roxo! Bom, só um toque lúdico da experiência.

O que pedimos? Não tivemos muita dúvida, os peixes do omakase estavam na parede, num quadro, uma boa seleção, preço de 54usd, vamos nessa!

Vejam abaixo todos sushis que nos serviram:

Gostaram? Nós ficamos impressionados. Sushis suaves, bem temperados, bem finalizados, além da ótima variedade. O Will mencionou que alguns desses cortes/peixes ele só tinha comido em sua viagem ao Japão.

Nos serviram 10 ótimos sushis, com destaque para o uni, o toro, barriga de salmão chamuscada e sem dúvida ao tako cru. Sim, um dos sushis ali que parece uma vieira na verdade é polvo cru. Não foi a 1a vez que comi polvo cru, já tinham me servido num restaurante em São Paulo, mas foi fato raro. Além disso, eu já tinha visto um vídeo no youtube do restaurante Jewel Bako em NY que o estrelado chefe prepara o polvo cru. Estava excelente,super docinho e consistência macia, surpreendente!

O Murasaki é uma ótima escolha para se provar o que um bom restaurante japonês dos EUA pode oferecer, que é matéria-prima das melhores (inclusive importadas do Japão) e uma técnica boa (não excelente).

Se tem algo que não me agradou um pouco foi o tamanho dos netas (leia “ne-tás”) que é a fatia de peixe para cobrir o bolinho de arroz. Achei que na grande maioria estavam um pouco pequenos demais.  Além disso a missoshiru estava feia, feia mesmo, poderia melhorar um pouco!

Se você estiver na região de Santa Ana, em Orange County, dê um passadinha no Murasaki, eu recomendo! Tente sentar no balcão!

Abraços

Gourmet San

Demistificando o Nagayama

Após 4 visitas é chegada a hora de finalmente fazer a review do Nagayama, essa review é com certeza uma das mais interessantes pra mim, eu de certo modo levei um tempo para entender o que exatamente era o Nagayama. O restaurante fica localizado na R. Bandeira Paulista, 369 – Itaim Bibi, Telefone:(11) 3079-7553.

Na minha primeira visita em 2014 eu havia pedido um combinado e uma série de sushis, e minha conta havia sido um pouco alta, cerca de 200 e poucos reais, e na época eu achei que tinha pago caro, pois esse foi o comentário que eu havia ouvido de muitas pessoas, de que o Nagayama era muito caro pelo que oferecia.
E com isso na cabeça eu simplesmente ignorei o restaurante por praticamente 2 anos, vindo a voltar apenas no começo de 2016,
Só pra dar um pouco de contexto, ao final do ano passado aparentemente por um problema de greve nos entrepostos, haviam alguns peixes que praticamente não se encontrava nos restaurantes como Chu-Toro ou O-Toro, e isso se arrastou por boa parte de Novembro e Dezembro.
Quando cheguei na minha nova visita ao Nagayama em janeiro de 2016, pra minha surpresa todos os peixes que estavam em falta no circuito comercial haviam lá, O-Toro, Chu-Toro, Uni e Unagui. Então nessa visita eu pedi uma série de 10 sushis entre duplas e unidades do melhor que eles tinham no dia e acabei gastando cerca de 300 reais, mas sai de lá satisfeito. Vejam abaixo o que comi:
E finalizei com uma dupla de unagui e o-toro:

Sushis Incríveis!

Algumas semanas mais tarde voltei com o Breno também na hora do almoço e pedimos cerca de 10 sushis duplas de sushi divididos entre duas pessoas, e no final dessa visita gastamos cerca de 170 reais. Vejam abaixo todas duplas que dividimos.

Sushi de serra e buri:

Sushi de vieira e pargo:
Sushi de barriga de salmão e lula:
Sushi de sabá e uni:
Sushi de polvo com aspargos:
Sushi de atum com foie gras:
Sushi de ikura:

Todos sushis simplesmente incríveis. Vale a pena dizer que foi a 1a vez que o Breno (Gourmet San) foi lá e ele ficou impressionado também.

Ontem, eu fiz mais uma visita ao lugar, e pedi uma série de 17 unidades de sushi e minha conta ficou por volta de 260 reais.

Minha conclusão é que foi um erro ter deixado de ir ao Nagayama por quase 2 anos, e agora vou explicar o porquê.

Embora a faixa de preço dele fique em torno de 200-300 reais por visita, não se pode dizer que é um restaurante caro, porque os ingredientes são realmente os melhores que você provavelmente vai ter a sorte de encontrar no circuito comercial atual, em todas as visitas havia Unagui por exemplo e não falo daquele Unagui raquitico que é servido em muitos lugares, é um Unagui gordo de um tom marrom bem claro e brilhante.

O Uni é sem dúvida um dos melhores que já comi, e com certeza está num patamar acima do restante dos outros restaurantes,

A Ika é deliciosa e incrivelmente leve,

O Tako grelhado é crocante e gostoso,

Sem falar no Chu-Toro e O-Toro que frequentemente você encontrará no cardápio,

O Nagayama entrega o que se espera dele, um dos restaurantes mais tradicionais e experientes (senão o mais experiente de todos do circuito comercial atual), sushis generosos do tamanho certo, matéria-prima de excelente qualidade e execuções que você só encontrará lá como Tako grelhado, a Ika e Sushi de Ebi Furai e Wakame.

Se optar por ir no almoço ou no jantar encontrará equipes diferentes, o lado bom é que em ambos os chefs tem criações e identidades distintas e você verá uma certa variação na execução e preparo de cada prato bem como os temperos,

Eu tenho apenas uma crítica a fazer ao Nagayama, eventualmente principalmente no almoço você pode dar o azar de pegar um chef mais jovem ou despreparado, lembro-me de em uma das visitas ter sido informado que eles apenas trabalhavam com duplas e não unidades de sushi, o que foi prontamente desmentido por outros chefs do local.

Concluindo, não é de hoje que o Nagayama é uma das referências em sushi em São Paulo, brigando de frente com Kan, Jun, Huto e Shin-Zushi pelo posto de melhor restaurante, uma das poucas casas que consegue transitar entre o contemporâneo e o tradicional, esteja pronto para encontrar tudo do melhor ali, mas lembre-se que ter esse nível altíssimo de serviço tem um preço então esteja ciente de que em cada visita gastará cerca de 150-300 reais.

Izakaya Matsu – almoço de se ajoelhar

Oi pessoal, tudo bom?

Se tem um feedback que recebo com certa frequência é para eu postar menos sushi e sashimi e mais cozinha quente japonesa! É algo que estou trabalhando na minha logística diária.

Mas enquanto isso, quando consigo dar uns pulos eu sempre entro num restaurante novo! Dessa vez foi um lugar que está “bombando”, o Izakaya Matsu, que fica literalmente a 5m do clássico dos clássicos Hamatyo do Yoshida San. O endereço é Av. Pedroso de Morais, 403 – Pinheiros.

Já tinha ouvido muito falar do Matsu e estava ansioso pra ir, aliás até sigo eles no FB, onde eles postam sempre o cardápio semanal. E por falar em cardápio, no almoço eles só tem 1 opção, mas acreditem, você não precisa de mais, eles dão conta do recado, eles são bons dessa maneira.

Para minha surpresa estava vazio (sempre leio que lá é cheio, afinal o paulistano adoro o “point do momento”), sentei no balcão e pedi o cardápio, a japonesa me deu uma invertida falando que eles só servem 1 opção, perguntei o que era e ela respondeu: “chicken kare”. Falei que ela podia servir! O preço? 35 reais, excelente! Mas melhor ainda quando vi o que me serviram:

Aí em cima vocês veem uma saladinha de repolho, frango com legumes, abacaxi, missoshiru e o prato principal, frango no estilo Tandoori com gohan e kare.

Vou ser sincero que não me impressionei muito por nenhum acompanhamento, mas o prato principal leva tudo nas costas, pois ele é espetacular, demais mesmo, nota 10! O frango tandoori é um receita original indiana e vou dizer que fiquei impressionado o que o Matsu entregou: frango alto, generoso, suculento e super saboroso, deu vontade de invadir a cozinha, colocar o cozinheiro contra a parte e obrigá-lo a contar a receita! Sobre o karê, está na medida, apimentado e saboroso, não dava para pedir nada a mais, prato redondinho, eles sabem o que estão fazendo.

Bom, saí de lá com uma certeza, um dos melhores almoços que já tive, além disso o custo-benefício é excelente com o valor de 35 reais. O único problema é que eu não pude retornar ainda e sempre fico babando no menu deles que é disponibilizado no Facebook, a variedade é grande e se tudo for tão bem executado com esse Frango Tandoori, vou te falar, é digno de ir lá todo santo dia.

Antes de eu me despedir, segue um zoom no prato do dia:

Abraços

Gourmet San

Kawa Sushi Jardins – a indicação que faltava na minha lista

Oi gente, tudo bom?

A pergunta que eu mais respondo no meu dia-a-dia são indicações de rodízios para meus amigos e conhecidos. Apesar de eu preferir restaurantes tradicionais a la carte, não há como negar, a paixão do brasileiro (pelo menos o paulistano) é o rodízio.

Mas o paulistano não está mais satisfeito com os rodízios baratos, isso tanto é uma verdade que o número de restaurante que oferecem o all-you-can-eat está cada vez menor. Hoje é difícil você ouvir alguém falar que vai com frequência num rodízio de 40-50 reais. As pessoas que gostam de rodízio fizeram suas escolhas nos últimos anos e se apegaram a elas. Os escolhidos da cidade são os famosos Aoyama e Mori Ohta, o 2o escalão é bem variado então fica difícil citar, apesar de eu ter minhas preferências.

Mas voltando ao assunto do dia, descobri um novo restaurante com rodízio e que é EXCELENTE, o Kawa! Mas atenção, o Kawa tem 2 restaurantes, o do Brooklyn (região da Berrini) e o do Jardins, e eles tem propostas totalmente diferentes. O Kawa da Berrini tem como foco 100% o público do almoço que busca um sushi rápido, nada mais, então as vezes o resultado é um pouco insatisfatório. Já o Kawa dos Jardins o papo é outro e é desse que vou falar hoje.

O Kawa Jardins fica localizado na Al. Lorena, 300 – Jardins, tel: (11) 3057-1582, fica a dica, fica pra lá da 9 de Julho, pro lado mais Paraíso. Para estacionar é bem tranquilo, eles tem valet, mas eu parei o carro por conta própria na rua pois a região, já mais distante do burburinho incessante da Oscar Freire, facilita a tarefa.

Quando entrei no restaurante percebi que alo o papo era outro, ambiente super bonito e amplo, bem alinhado com o nível do Aoyama e o Mori Ohta. O restaurante possui 2 opções de rodízio com o mesmo preço (uns 70 e poucos reais), uma opção “normal” e outra “gourmet” que oferece sushis mais diferentes. Ah o foco do Kawa é servir na mesa, então não há balcão.

As opções são bem variadas e consegui provar quase tudo! Vejam abaixo:

Tudo coisa boa e muito bem feita! Realmente fiquei impressionado como eu nunca tinha ido lá antes. Na verdade eu sei por que eu nunca fui, pois tive uma impressão não tão boa do Kawa da Berrini.

Logo de início gostei muito de ver 4 tipos de carpaccio para serem servidos: salmão, atum, polvo e peixe branco. E como sempre digo que deve ser, cada um deles com um tempero e molho diferente. Claro que não deve ser toda noite que eles conseguem ter essa variedade, mas gostei muito do que vi e comi.

Dificilmente como algo inédito num rodízio, mas dessa vez comi a famosa lula com recheio de shimeji que só vejo em restaurante a la carte. Adorei a idéia de oferecer no rodízio, claro que não estava primorosa, mas me surpreendeu.

No rodízio do Kawa você também encontra ingredientes que nenhum outro oferece, como vieira, peixes defumados e sushi com ovo de codorna. Os sushis são de um tamanho médio pra pequeno pois segundo eles mesmo o foco é que os clientes comam variedade. Outro fator que me agradou muito foi que tudo estava muito bem montado e servido, vejam os carpaccios, por exemplo, ou o prato com os niguiris.

Para finalizar, o Kawa não tem combinados ou sushis pré-feitos, como é de praxe em rodízios, eles fazem tudo na HORA! Eles só precisam ficar bem atentos nessa diferença grande de padrão entre o Kawa Berrini e o do Jardins, eu mesmo vejo isso como um enorme desafio administrativo e de cunho mídia, afinal, como lidar?

O Okawa já se tornou um dos meus rodízios favoritos, e eu o colocaria na minha lista de melhores rodízios. Aliás, assim que eu montar o meu ranking de rodízios, ele estará nas cabeças.

E vocês já foram lá?

Abraços

Gourmet San

Kyodo Sushi em Osasco: simplicidade e criatividade para família e amigos

Oi gente, tudo bom?

Essa review era para ter saído 1 semana atrás, mas tive contra-tempos blogueirísticos que me impediram. Mas obviamente que eu nunca paro! Percebi recentemente que há muito ainda a explorar na culinária japonesa então continuo forte na minha função de trazer novidades a vocês!

Desta vez não foi diferente, depois de um convite feito há muito tempo atrás, finalmente fui conhecer o Kyodo Sushi, localizado na R. Dep. Emílio Carlos, 796, em Osasco – SP, Tel (11) 4623-1212. Apesar da palavra “Osasco” assustar muito paulistano (incluindo a mim) pela preguiça do deslocamento para outra cidade, isso é desculpinha. Osasco é fica na beira da união das Marginais Pinheiros e Tietê, e para quem mora na ZO, como eu, a desculpa é maior ainda, pois bastam 10-15 min de carro que qualquer um chega.

Bom, como dito acima, tomei conta da minha preguiça e fui! Cheguei, e o bairro residencial onde está o restaurante é super arrumadinho, lembrou um pouco o Anália Franco na ZL.

Quem me recepcionou foi o Xandi, o dono do restaurante e que ta sempre por lá tocando a paixão dele, segundo ele mesmo diz. Isso é um ótimo sinal, pois restaurantes precisam de atenção constante e isso transparece.

O lugar em si é bem pequenino, com umas 4 mesinhas avulsas mais umsa 4 mesas com sofás estilo Outback. Eles devem ter problemas costumeiros de espera, pois o lugar “senta” umas 20 pessoas no máximo ao mesmo, PORÉM vale lembrar que um dos erros mais comuns dos restaurantes é quererem expandir-se demais ou atender muitas pessoas e não darem conta, quando o assunto é restaurante japonês, normalmente menor é melhor.

Me explicaram que o sistema do restaurante que os clientes mais pedem é o rodízio de temaki, claro que fui nele! Se não me engano o valor fica entre 45 e 55 reais, um EXCELENTE preço! Eu mesmo disso isso na hora, que o valor está bem abaixo da concorrência e logo desconfiei. Mas nesse momento o Xandi me explicou a estratégia dele. O público com que ele trabalha gosta mesmo de salmão (e não há problema nenhum nisso, viu xiitas gastronômicos), então ele optou, após algumas tentativas de trabalhar com outros peixes, de comprar só salmão. Eu assino em cima! Aliás, parabéns pela coragem Xandi, poucos donos de restaurantes tem essa visão!

Antes de falar dos temakis que comi e do que você pode comer no Kyodo Sushi, vou dizer algo que você tem de pedi: COCA COLA COM CALDA DE MORANGO:

Eu juro para vocês amantes de Coca-Cola, peçam, peçam! Quando eu tomer eu fiquei um pouco com o pé atrás, mas é simplesmente deliciosa, funciona muito muito bem mesmo! Se não me engano, o que eles fazem é misturar meio que morangos batidos com coca-cola, o resultado é nota 10!

Agora, vamos aos pratos! Vejam abaixo tudo que comi:

Como eu disse anteriormente, o Kyodo trabalha apenas com salmão, mas eu mesmo só percebi isso porque o Xandi me contou, pois no cardápio são tantas opções diferentes,, mas tantas que você nem lembra direito. Claro que uma hora ou outra eu ia pedir um atum com cebolinha, mas tudo bem.

Sendo bem sincero não lembro os nomes dos temakis, pois eles são super criativos, mas tem o de inspiração árabe, o mais saudável (sem arroz), um outro delicioso com alho, todos muito bem feitos. As opções são também todas consideravelmente diferentes, o Kyodo não é como o Makis que muda 1 ingrediente e cria um temaki com um nome novo.

Além dos temakis o Xandi tem uma ótima sacada, ele oferece pequenos mimos no meio do rodízio temaki, um sashimi especial aqui, um hot roll ali, entre outro pratos que eles variam no dia-a-dia.

Eu acho que o Kyodo é uma opção excelente pro pessoal do Zona Oeste, bom preço, opções honestas de temaki, além de um ambiente tranquilo e equipe super amigável. Se fosse mais perto eu retornaria sem dúvida.

Agora algumas dicas de melhoria ao pessoal do Kyodo. Vocês já possuem uma identidade, o que é o mais difícil nesse nicho de mercado, agora precisam focar nos detalhes para oferecer um produto final melhor ainda aos seus clientes.

Por exemplo, como melhorar o temaki? Alga mais crocante, ou seja, acho que vale o investimento numa daquelas caixinhas que mantém a alga aquecida. Além disso sempre, sempre revisitar os sabores dos temakis e serem honestos consigo mesmos, esse sabor funciona? Não funciona? Por final, sobre os temakis, senti falta daquela clássica couve fritinha com tarê, é certeiro com todos os clientes.

Sobre os pratos extras no meio do rodízio, acerto de mão cheia! Acho que vale a pena vocês terem um leque de opções na manga para seus clientes sempre se surpreenderem, é só correr aqui pelo meu blog que vocês acharão diversas. Além de claro, a mesma dica dos temakis, continue trabalhando, por exemplo, o crocante hot roll pode ser melhor executado ainda, e fica mais “redondinho” em termos de finalização.

E finalmente, sobre a coca-cola com morango, fiquei apaixonado! Parabéns!

Abraços e até a próxima!

Gourmet San

Café da manhã Japonês no Hotel Intercontinental

Oi gente, tudo bom?

Hoje um post bem diferente aqui no Gourmet San, visitei o Hotel Intercontinental, localizado na Al. Santos, 1123, Tel:(11) 3179-2600para experimentar o café da manhã japonês que eles oferecem a seus hóspedes, e claro, a quem quiser ir lá fazer esse programa que sabemos que é comum em São Paulo, sair de casa para tomar deliciosos cafés-da-manhã que a cidade oferece.

Fui convidado por uma hiper-mega-especialista na cultura e gastronomia japonesa, a Katia Miyada, mas além disso, ela manja mais ainda é de como recepcionar bem o público japonês que se hospeda no Hotel Intercontinental. Com 14 anos de experiência no atendimento ao público japonês no ramo da hotelaria, trabalhando como gerente de vendas internacional, a Katia coleciona hoje um leque de habilidades e conhecimentos que poucos possuem como ela: como agradar um público que se atenta aos mínimos detalhes. Obviamente a Katia fala japonês e já foi ao Japão inúmeras vezes.

Falando um pouco mais desses detalhes, quem conhece um pouco da cultura japonesa sabe que eles prezam muito pela tradição e pela maneira “correta”, ou entendida como “tradicional” de fazer as coisas, e que caso seja feito diferente, já cai bastante no conceito e, pode até ser encarada como falta de respeito.

Pois bem, no café-da-manhã do Hotel Intercontinental é isso que você encontra, respeito ao gosto e a tradição japonesa. Antes de mais nada vale dizer que o café da manhã não é inteiro japonês, não é isso, há o café tradicional, tão maravilhoso quanto você pode imaginar (pães, ovos, bacon, frutas, café com leite) e também há uma estação com as opções japonesas. Deem uma olhada na estação especial:

O público ocidental pode achar estranho, mas os japoneses tem um café da manhã bem diferente do nosso. Você encontra gohan, peixe grelhado (salmão no caso), tamagoyaki, condimentos como pepino, conserva de shimeji, missoshiro, natto, nabo etc. Mas o importante aqui não é a oferta, de verdade, mas sim a qualidade, ela é extraordinária, digna dos melhores restaurantes japoneses da cidade, e como vocês podem ter certeza disso? Primeiro o crivo da Katia e segundo a aprovação dos hóspedes orientais.

Vejam abaixo o tamagoyaki e o salmão que peguei para mim:

E também as conservas:

Agora falando justamente da qualidade, vamos lá, o gohan é incrível, a Katia importa o arroz que mais se adequa ao paladar japonês. O salmão grelhado, eu juro, fiquei com um pé atrás quando vi, mas ele estava molhadinho, suculento e saboroso. O tamagoyaki super amarelinho (ou seja, não queimado) e macio. A conserva de shimeji então, quero mais!! Ela é importada, sendo exatamente como os japoneses comem por lá. Aliás, se você gosta das conservas, o café da manhã tem uma boa oferta:

Além disso, outros detalhes incríveis. O missoshiro é feito com missô importado também (que você encontra na Liberdade) e é o melhor que já comi em São Paulo, na verdade acho que empata com os melhores dos restaurantes mais tradicionais. O shoyu é Kikkoman. E o natto (soja fermentada) é oferecido num recipiente fechado especial, acompanhando os temperos especiais a serem misturados pelo cliente a seu gosto, confiram:

Vocês devem estar se perguntando, nossa, mas tudo isso? É necessário? Sim! Pensem que o público do Hotel Intercontinental é o público AAA que vem do Japão, CEOs, presidentes e VIPs que estão acostumados com o que tem de melhor lá no Japão e pasmem, eles aprovam o excelente café da manhã organizada pela Kátia e pelo hotel.

E não fica só na estação japonesa, eles possuem na parte de bebidas os famosos Yakult e Taffman, que os japoneses também adoram. Ah e falando em bebida, é claro que eles não esqueceram do chá verde, não é mesmo? Usando palavras da própria Katia: “chá verde nós fazemos na hora, se não fica oxidado e o gosto fica ruim”. Estão vendo? É esse o nível de atenção aos detalhes!

A caráter de curiosidade, pedi para ver os produtos importados que eles usam para o excelente café-da-manhã (com direito a nori crocante):

E só para finalizar esse trabalho exemplar do Hotel Intercontinental e da Katia com os hóspedes japoneses, ela me mostrou que eles oferecem também um tablet com o jornal japonês com a edição do dia para os hóspedes, quer hospitalidade melhor do que essa?

Abraços e esperam que tenham gostado da review o tanto que eu gostei de conhecer esse incrível café da manhã, acompanhado de todo conhecimento que a Katia me passou!

Estou louco para voltar! Recomendo a todos como opção de passeio em São Paulo um dia ir tomar um café da manhã lá no Continental.

Abraços

Gourmet San

Visitamos Geiko San para conhecer as novidades!

Eae gente, tudo bom?

Um dos restaurantes mais badalados do momento no cenário sushi contemporâneo (leia-se moderninho) em São Paulo é o Geiko San. Já tive a oportunidade de escrever sobre eles algumas vezes. E apesar de algumas pessoas insistirem (até os proprietários) que ele tem fusão com a cozinha italiana, eu não vejo isso de forma alguma, tirando uma entrada chamada paninno (que é excelente por sinal).

O Tiel, maitre da casa me mandou um email me convidando para conhecer as novidades da casa que eles estão lançando para 2016. Obviamente aceitei. Vale a pena lembrar que mesmo convidado, meu interesse continua que vocês tenham uma idéia do melhor que o restaurante serve e que o restaurante receba críticas construtivas. Exato, esse blog não escreve escárnios, perjúrios e nada escatológico. Aliás, se qualquer restaurante me servir melhor do que serve qualquer outro cliente, que isso fique óbvio e que obviamente será ruim para o próprio restaurante, que não mostra seu maior potencial para fidelizar clientes. Mas no caso do Geiko San já posso adiantar que eles atendem todos os clientes igualmente, eles são fera.

Bom, vamos a resenha! Início de ano, 1a-2a semana de janeiro e fui ao restaurante numa 3a feira se não me engano, para meu espanto o restaurante estava LOTADO. Cheguei 30 minutos depois da abertura e quase não tinha espaço no balcão e quando saí tinha fila.

Meu plano era sentar no balcão do chefe Fabrizio, sushi chefe e sócio do restaurante, além de ser um dos sushimen mais simpáticos da cidade é super habilidoso. Mas como o posto no sushibar já estava tomado, sentamos logo ao lado, em frente ao Goo Hasegawa, imediato do Fabrizio.

A idéia era que conhecer o que a casa tinha de novo e não foi difícil, logo que abrimos o cardápio (um dos mais bonitos e completos da cidade) vimos um destaque para as novidades. O foco claramente é excelente combinação do tempurá de shiso com cobertura de salmão, atum ou vieira batidinha. Não perdi tempo, a de atum. Emendei com um carpaccio de barriga de salmão trufado e aí aconteceu o que sempre acontece no Geiko, você deixa nas mãos deles (os sushimen) e só aproveita.

Vejam abaixo tudo que comemos:

Tudo espetacular não é mesmo?

Um jantar desse aí de cima pra duas pessoas sai por volta de 200 reais a cabeça, é barato? Não, mas dois pontos importantes. Primeiro, comemos demais, poderíamos ter comido um pouco menos. Segundo ponto, o Geiko San é para ocasiões especiais, isso pelo menos para mim. Mas como em todos restaurantes, principalmente os resididos nos Jardins, há os habitués.

Mas falando da comida, vamos falar dos destaques? TODOS! Brincadeira…mas é SÉRIO! O Geiko San é um restaurante super equilibrado, dificilmente você vai comer pratos os sushis de níveis muito diferentes, tudo é nivelado pra cima.

As minhas recomendações para um jantar imperdível no Geiko San são:

Para começar o carpaccio de barriga de salmão trufado e com raspas de limão. Delicioso do começo ao fim, o destaque fica pra quantidade. É uma entrada generosa, bem diferente de alguns restaurantes que miguelam fatias e servem 6-7 fatias só.

Como segunda entrada, peça o cripy rice. Consiste num baterá de salmão onde o arroz é fritinho, é algo único no mercado e eu adoro, faria em casa sem dúvida.

De sushis, nem pense, vá de vieira trufada, uma das melhores da cidade sem dúvida, grande, fresca, temperada na medida certa.Depois vá de gunkan de atum com foie gras, tudo perfeito, o destaque é obviamente para o foie gras que o pessoal do Geiko San prepara muito bem, melhor do que outros restaurantes, além de que, claro, o pedaço é monumental. Como também o sushi de camarão que eles servem no nori com uma maionese apimentada. Peçam também o clássico de ovo de codorna pochet.

De resto, para complementar, siga as dicas do pessoal da casa, eles sabem o que está bom no dia ou se delicie no incrível cardápio de variedades.

Para finalizar o jantar o Fabrizio preparou um INÉDITO tempurá de vieira com ikura (ovas de salmão). Espetacular! Peçam também!

Abraços e até a próxima

Gourmet San

A melhor pedida de 2015 em São Paulo: Omakase Nami Frio do Aze Sushi

Oi gente, tudo bom?

Faz um tempinho que essa minha review está no forno, mas tem um motivo. Ela é um mais emblemática e significativa, pois pela 1a vez eu senti que um restaurante possui um pedido ideal. Bom, mas o que é o pedido ideal? O pedido ideal é aquele que representa um custo benefício excelente, mas melhor do que isso, ele une o melhor que o restaurante pode oferecer.

O Aze Sushi, que é o restaurante que hoje escrevo, apesar de novo (existe faz uns 3 anos), já é velho de guerra. Eu já fui lá muitas vezes. Já comi tokujo, tirashi, menu executivo, omakase e até já pedi combinados. A única parte que nunca cheguei a provar é a cozinha quente a la carte.

Pois bem, depois de muitas visitas, num quente dia de dezembro, eu e o Will (colaborador aqui do blog) fomos jantar lá. O Will, como de praxe, foi no tokujo e mais alguns sushis avulso que ele sempre pede. Eu, como vou lá menos que o Will, acabo pedindo o Omakase Nami, que é o de 6 pratos (diferentes, ou seja, sequencia variada de sashimis conta 1), como já relatei numa outra review.

O omakase Nami da bem pro gasto, é bastante comida, incluindo pratos quentes. Mas desta vez não ia rolar pratos quentes, sabe quando tudo que você quer é um ar condicionado e um copo suando com gelo e coca-cola? O Takao, sushiman chefe do Aze, mandou muito bem e me disse que poderíamos fazer um Nami mas só com pratos frios e que ele compensaria com outros pratos frios. Aceitei na hora!

Vejam tudo que ele me serviu:

Estão vendo tudo isso acima? Sim 21 “pratos” diferentes e que saíram por uns 140 reais, afinal eu usei o desconto do Chef`s Club (30% off), mas o preço original é uns 170, o que vale mesmo assim.

Todos os sushis excelentes, peixes fresquíssimos e o mais legal é que esse Omakase é bem variado, o Takao sempre usa o que tiver de melhor no dia. Ah, além disso, vale a pena comentar que o Takao tem uma comunicação acima de média dos sushiman, ou seja, ele não é daqueles que ficam quietos e não perguntam o que o cliente quer, ele deixa bem claro que quer servir o melhor dentro do seu gosto e vontade no dia.

Enfim, nota 10, minha meta é sempre que ir lá comer esse omakase, vale a pena a economia, me ouçam, vale a pena!! Última dica, vale a pena dar uma ligada lá no Aze Sushi de forma marota e amigável e perguntar se o dia está bom pra uma omakase. Fica a dica.

Abraços

Gourmet San

Tonaktsu kare no Yakitori Mizusaka

Eae gente, tudo bom?

O Yakitori Mizusaka era um restaurante que eu frequentava muito uns anos atrás. Trabalhava na Av. Paulista e aproveitava muito esse tradicionalíssimo restaurante japonês que serve teishokus excelentes e para todos os gostos.

Se você ainda não foi ao restaurante, recomendo que leia minhas reviews anteriores que são de alguns anos e representam a essência do lugar, o teishoku e anchova grelhada e o de salmão, ambos muito bons mesmo. O próprio dono do restaurante tempera os filés de peixe, enfia os espetos de metal e os coloca na churrasqueira (sim isso mesmo!) bem na sua frente, isso se você se sentar no balcão no térreo, o que eu recomendo muito!

Bom, depois de uns bons anos, retornei ao Yakitori, pouca coisa mudou, as flâmulas do SPFC e uma foto do Rogério Ceni ainda estão perto do caixa, a televisão continua no canal japonês, o dono do restaurante a frente do balcão mas dessa vez acho que era o filho do casal no caixa.

Como estou na missão do “rolê do karê” pedi o tonkatsu karê! O preço do prato se nao me engano sai por uns 38 reais.

O dono do restaurante  separou na minha frente um filé de porco, temperou e bateu nele (do jeito que mãe bate em bife para amaciar a carne). Como de praxe o restaurante servia as saladinhas e otoshi abaixo:

Na parte de cima alguns vegetais cozidos beeeem japoneses, não soube nem identificar alguns deles. Na parte de baixo uma clássica saladinha de alface. Mas o destaque fica pra essa pastinha marronzinha perto da alface, que é a base de misso, simplesmente delicioso! Molhos a base de misso aliás é uma arte a parte.

Seguindo, me serviram também uma saladinha de shimeji com momiji oroshi, que é nabo ralado misturado com pimenta. Estava excelente também. Aliás o Yakitori Mizusaka é mestre em quantidade, as porções são sempre perfeitas para você matar sua fome sem sair cheio.

Pronto, chegou a hora, meu tonkatsu karê chegou!!

Me animou bastante a cor do kare logo de cara. Bem mais escuro que o usual, achei que estaria mais apimentado, mas não. Assim sendo, a cor mais escura definitivamente veio do modo de preparo com a mistura de alguma carne e vegetais. O sabor do karê estava bom, mas só, esperava mais.

Indo para o segundo elemento, o gohan, estava bem preparadinho mas veio numa quantidade descomunal, para vocês terem uma idéia sobrou metade no prato, me senti um pouco mal, porém a quantidade de karê e tonkatsu não é suficiente para comer o gohan todo. Recomendo ao restaurante diminuir um pouco o gohan e aumentar o kare e o tonkatsu.

Agora o terceiro elemento, o filé de porco a milanesa! Casquinha super crocante, porém parou por aí, infelizmente. A casquinha estava descolando da carne e o filé estava um pouco duro. Sendo bem sincero não gostei mesmo.

Acompanhando o prato veio um delicioso e bem amarelinho tamagoyaki com um bolinho de carne e esse outro vegetal que parece bandana agridoce que espero que meus amigos leitores me ajudem a identificar:

Como considerações finais, acho que o Yakitori Mizusaka possui um tonkatsu karê fraco. Porco a milanesa mal preparado e quantidade de gohan, karê e porco desproporcionais. Não acho que seja um pecado enorme desse restaurante, afinal não é o foco deles e isso ficou mais claro ainda.

Se for ao Yakitori Mizusaka, foque no clássica deles, os teishokus que saem da churrasqueira =)

Abraços

Gourmet San